3 de setembro de 2012

Carregamento de bebês - as dificuldades

Uma amiga está grávida e veio me pedir como a gente chama, em português, os "baby carriers", não os slings, esse tipo mochila que vai na frente do corpo da mãe.

Então, eu nem lembrava que se chamava "canguru" e em, Portugal, "marsúpio" (é tão legal isso... marsúpio!)

Então eu "aconselhei", já "desaconselhando" que ela não comprasse nada ainda. Nem sling, nem marsúpio, nem canguru. Porque eu e Tomás nos estressamos com todos eles.

Minha irmã mandou um sling de São Paulo quando o Tomás já tinha uns 2 meses. E todas as vezes que eu tentei colocá-lo, foi a mesma coisa: berros apavorados nervosos malucos do meu bebê. Tentei muito, porque eu achava super prático e bonito, seria uma mão na roda. Mas não deu certo. Acabei presenteando uma amiga.

O canguru nós herdamos da minha afilhada, a Sofia. É pros maiozinhos, então coloquei ele lá pelos 3 meses... e foi o mesmo pavor. Não teve jeito. Ele odiou ambas as formas de ser carregado sem braços. Infelizmente para mim e para o marido, foi colo e carrinho, colo e carrinho por um ano e meio, até o bichinho começar a andar com confiança e tudo mais.

Poxa! Legal assim não tinha
na minha época!!!
Então.

Se você não for super paciente, como eu não sou, talvez não seja possível sair linda por aí com seu bebê aconchegadinho no sling. Meu conselho pras grávidas é esperar o bebê nascer e então ir numa loja tranquila, com bom atendimento, onde os vendedores entendem de mãe e filhos e provar. Ou ir na casa de uma mãe que use e provar.

Pra não gastar o dinheiro de 100 fraldas em algo que você não vai usar!


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Pãeternagem




2 comentários:

  1. Eu sempre acho que os bebês estão incomodados neste negócio, dá uma dó, mas o que eu entendo de bebês, não é mesmo?

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    1. nem todos estão incomodados, Luciano, a maioria adora!

      o Tomás é que é bem específico mesmo.

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