22 de agosto de 2012

O caderno vermelho - Paul Auster


Troquei pelo skoob. Companhia de bolso, 2009, 87 páginas.

Minha mudança na resolução livrística está dando frutos. Parei de seguir a listinha, que eu tinha feito em março e comecei a ler os livros finos. Rendeu  bastante. Desde 25 de julho já li:

- "Filhas do segundo sexo", Paulo Francis;
- "Hotel Atlântico", João Gilberto Noll;
- "Nell", Mary Ann Evans
- "O céu dos suicidas", Ricardo Lísias
- "Marcas da parede", organização Hanna Liis-Baxter
- "O grande Gatsby", F. Scott Fiztgerald e

esse.

Bom né?

Enquanto isso os grandões vão ficando na estante.

Bão, vamos à resenha. Paul Auster é autor aplaudido e os livros dele são uma delícia. Li dois da trilogia de Nova York em 98, 99, emprestados da biblioteca da faculdade. Não lembro nem dos títulos nem do enredo, lembro que gostei. Também li "Mr. Vertigo" e, esse sim, lembro bem de tudo, é um realismo fantástico doce, no estilo do filme "Peixe Grande". Foi a "doçura" simples do estilo e das histórias que me fez gostar do autor, e d"O caderno vermelho" também.

Perfeito pra ler depois do livro tenso do Lísias, a propósito! Esse a gente fecha leve e sorrindo...

São histórias reais da vida do Paul e de seus amigos, conhecidos, leitores. Histórias simples, algumas singelas, algumas doces, algumas tristes, mas todas sobre coincidências. Como quando você descobre que a mãe da colega da sua afilhada é irmã do baterista da banda que você tietava há dez anos atrás, sabem?

É gostoso sentar e fugir desse mundo complexo e complicado, cheio de detalhes aborrecidos e fios soltos e imaginar que algumas coisas da vida são boas e bonitas por serem bem o contrário. Tem pedacinho pra degustação no google books!

Quatro estrelinhas. Em cinco.


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Outras resenhas:

Noite e Dia, Virginia Woolf;
A melhor HQ de 1980;
Água para elefantes, Sara Gruen;
Buracos, Louis Sachar;
Preconceito Linguístico, Marcos Bagno;
O livro do contador de histórias chinês, Michael David Kwan
Oriente. Ocidente, Salman Rushdie
A jogadora de go, Shan Sa
Unhas, Paulo Wainberg
- A mulher do viajante no tempo, Audrey Niffenegger
Pinóquio, adaptação de Guilhaume Frolet
Clara dos Anjos, Lima Barreto
O rapto das cebolinhas, Maria Clara Machado
Cozinheiros Demais, Rex Stout

Um comentário:

  1. Aaaah poucas coisas deixam a gente tão leve quanto um livro doce e singelo de se ler!!! Não conhecia o Paul Auster, mas coloco o nome dele na lista quando cruzar com ele em alguma livraria já sei o que farei!!!

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